A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 08/08/2020
Define-se como mobilidade urbana a condição que permite o deslocamento das pessoas em uma cidade, com o objetivo de desenvolver relações sociais e econômicas. Hodiernamente, observa-se a crescente crise na mobilidade urbana brasileira, principalmente em suas capitais. Outrossim, tais crescimento impacta de forma negativa a sociedade, atingindo a economia e a saúde dos brasileiros.
Em primeira análise, a crise na mobilidade urbana é fruto de uma industrialização rápida e desordenada sem planejamento, com isso observa-se ruas estreitas, calçadas minúsculas e falta de ciclovias, gerando uma carrocracia, onde os veículos tem prioridade em relação aos pedestres. Além disso, uma pesquisa realizada pelo Ibope, revela que 74% das pessoas entrevistadas apoiam ações que reduzam o espaço de veículo particular, em prol de corredores de ônibus e calçadas.
Em segunda análise, todos esses problemas geram impactos negativos na economia, porque aqueles que necessitam usar o trânsito para se locomover até seu local de trabalho são atingidas. De acordo com o site G1, o Brasil perde R$ 267 bilhões por ano por conta do congestionamento. Ademais, os impactos refletem também na saúde, tanto dos motoristas relacionado ao estresse, como aos pedestres nos acidentes.
Portanto, temos como objetivo respeitar o direito universal de ir e vir. Logo, o Governo Federal, estadual e municipal, por meio do Ministério do Transporte, órgão responsável por políticas urbanas, devem investir em novas linhas de ônibus e metrô de qualidade, e também compartilhamento de bicicletas e patinete em centros urbanos, afim de amenizar as crises e transtornos relacionados a mobilidade urbana no Brasil.