A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 15/09/2020

Em 1956, Juscelino Kubitschek, o ex-presidente do Brasil, instituiu o GEIA, órgão que estabeleceria um regulamento ideal para a criação da indústria automobilística brasileira. Desde então, o consumo de automóveis se tornou algo constante e empreendedor na vida das pessoas. Contudo, passou a gerar superlotações e dificultar a mobilidade urbana. Nesse viés, as rodovias estão lotadas devido à má qualidade do transporte público e ao consumo exagerado de automóveis no Brasil.

Tendo em vista a realidade atual, a rede de transportes públicos está precária e sem os investimentos necessários. Dessa maneira, essa afirmação tem relação visível à frase de Adriano Ialongo: “quem inventou o transporte púbico certamente não faz uso dele”, mostrando que há no Brasil um transporte público de má qualidade. Em relação a isso, a mobilidade urbana se torna inviável de melhorias.

O consumismo começou a se agravar no século XX e vem sendo presente ainda mais na atualidade. De acordo com Alexa Supertramp “o consumo é uma máscara que compramos, achando ter então comprado a felicidade”,  pode-se dizer que ao comprar um automóvel novo leva a um sentimento de felicidade. O que, traz à tona um consumo excessivo do mesmo. Assim, as rodovias se encontram lotadas, atualmente há em cerca de 45,5 milhões de automóveis no Brasil.

Por fim, é preciso que o poder público municipal juntamente com o Ministério do Transporte busquem melhorias aos transportes públicos. Como por exemplo: aumentando as rotas dos ônibus, reduzindo os preço das passagens e melhorando as condições internas dos transportes. Por meio de severas fiscalizações e incentivos fiscais. Para que assim, a mobilidade urbana brasileira saia da crescente crise.