A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 15/09/2020
Juscelino Kubitschec, durante seu mandato como presidente do Brasil entre 1956 e 1961, estabeleceu o Plano de Metas. Nesse contexto, ele estampava o lema “50 anos em 5” com o intuito de desenvolver economicamente o país de maneira rápida. Sendo assim, investiu em industrias automobilísticas e incentivou a compra de automóveis. Nesse sentido, atualmente, o transporte rodoviário é o principal sistema logístico do país, o que gera crescentes problemas em relação a mobilidade urbana brasileira.
Em primeira análise, vale constar que devido a politica pública adotada por Kubitschec o Brasil adotou o rodoviário como principal transporte para a circulação de mercadorias. Entretanto, a alta circulação do mesmo trouxe impactos negativos, tendo em vista que as grandes cargas em caminhões danificam as estradas e coloca em risco a vida de outros passageiros. Sendo assim, essa logística contribui para a crescente crise que a mobilidade urbana no Brasil vivencia.
Em segunda análise, observa-se que o desejo de se ter um veículo ainda está muito presente na cultura brasileira, esse fato se da pela cultura do carro que se baseia na ideia de conforto e status para as pessoas. Nesse contexto, devido ao um aumento significativo no número de carros e automóveis nas ruas, se resulta em congestionamentos e no baixo investimento do governo em transportes públicos, visto que grande parte da população investe em seus próprios veículos.
A partir do exposto, pode se concluir que o Brasil encontra-se em uma crescente crise de mobilidade urbana. Portanto, cabe ao governo federal-órgão responsável por garantir o direito de ir e vir ao cidadão- implantar o sistema de ferroviárias e aprimorar o transporte público, por meio de investimentos governamentais, a fim de garantir melhorias nas condições de mobilidade aos cidadãos brasileiros.