A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 15/09/2020
No Brasil atual, o rápido e acelerado crescimento de cidades tem deteriorado crises perante a mobilidade no meio urbano. Dessa forma, o intenso e constante fluxo de pessoas, mercadorias e serviços que circulam nas regiões metropolitanas resulta na macrocefalia urbana que é a concentração de cidadãos em um espaço limitado, devido a rápida urbanização provocando um inchaço populacional entre outros agravantes para a sociedade. Sendo assim, o conjunto populacional sofre um aumento de concorrência e perde tempo ao se submeter a situações estressantes.
É evidente que, o transporte público ainda é um significante problema para o brasileiro, sendo de má qualidade, visto que diversas vezes é um local perigoso e nem todos os ônibus possuem equipamentos adequados para atender a todos. Logo, motiva o indivíduo que tem a necessidade de se locomover para áreas urbanas diariamente a comprar um automóvel próprio, contribuindo para o aumento da densidade populacional em um pequeno espaço.
Outrossim o processo de urbanização e êxodo rural que agravam crises de mobilidade, abrangendo mais pessoas na área urbana. Por conseguinte, o aumento da população no espaço gera consequências quase irreversíveis para a nação como o aumento do desemprego, violência, congestionamentos e a favelização, processo de má gestão de espaços urbanos que resulta na segregação social, agravando o preconceito já existente.
Em suma, com o objetivo de sanar problemas como o de locomoção na região metropolitana, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) em parceria com o poder legislativo deverá regulamentar a lei que implica no rodízio de veículos em todas as capitais do Brasil. Dessa forma, haverá uma redução das massas populacionais nos centros urbanos constantemente movimentados e que facilitará a migração pendular. Isto posto, a crise no sistema de mobilidade brasileiro será atenuada.