A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 15/09/2020
Desde que o presidente Juscelino Kubitschek formulou o “Plano de Metas”, o tráfego urbano no Brasil tem aumentado. Nesse plano, além de implantar em maior escala a primeira indústria automobilística do país, há também uma série de medidas que visam a manutenção e expansão das rodovias brasileiras. Mas hoje essa notória expansão leva a crises rotineiras, como brigas no trânsito, porque as estradas não combinam com o grande número de automóveis. Portanto, é necessário questionar essa questão.
Primeiramente, vale ressaltar que, segundo o UOL, em 2011, esses 190 postos de atendimento realizavam, diariamente, 70 combates de trânsito em São Paulo. Portanto, o fluxo de brasileiros é chocante. Por isso, principalmente na “hora do rush”, rotineiramente milhares de motoristas se colocam sob pressão, neste caso qualquer ação desencadeará combates ou conflitos generalizados.
Além disso, existe um conflito entre o número de veículos que circulam no país e as condições das estradas que sustentam o país. Por exemplo, de acordo com dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), existia 1 carro para cada 4,4 residentes em 2011. Portanto, embora o número de carros esteja aumentando, a qualidade das estradas não consegue acompanhar esse ritmo de crescimento, o que torna essa situação um verdadeiro paradoxo, pois a população responsável pela manutenção das operações do país não encontra meios de transporte eficazes para isso.
Portanto, diante dessa situação, cabe ao governo federal desenvolver a expansão efetiva do transporte público. Esse desenvolvimento deve levar em conta a melhoria da infraestrutura da via a ser percorrida e do próprio transporte, de forma a alegrar as pessoas sentadas e em pé. Desta forma, o tráfego de carros autônomos será reduzido, o que significa a redução de conflitos de tráfego e a normalização da capacidade das estradas.