A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 18/09/2020

Funcionando conforme a lei de Newton, a lei da inércia, a qual afirma que um corpo tem de permanecer no seu movimento até que uma força atue sobre ele mudando-o de percurso. Na sequência, a prática da mobilidade urbana é um problema que persiste na sociedade brasileira a algum tempo sendo a força que permanece em seu movimento, e com isso a ameaça de superlotação de transportes e a abordagem da poluição ao longo prazo se propagam cada vez mais. Desse modo, é evidente que subterfúgios sejam encontrados a fim de resolver essa problemática.

Em primeiro lugar, vale ressaltar o fordismo, termo criado por Henry Ford que refere-se aos sistemas de grande produção de veículos, e desde então a população começou a pensar o consumo como algo vital possibilitando a praticidade do deslocamento nas cidades. Dessa forma, cidadãos que enfrentam transportes coletivos para sua movimentação demonstram a má qualidade de transportes em relação a deficiência de infraestrutura, como, sem condições mínimas de conforto, tempo para se deslocarem e longas distâncias em transportes lotados, sendo assim, demonstra a ocasionalidade de fornecer e possuir o transporte individual . Por conseguinte, indicadores de uso de veículos próprios aumentam, assim, ameaçando a crescente crise na mobilidade urbana e avanço de impurezas.

Ademais, denotando o conceito sobre poluição, segundo Sartre, filósofo francês, o ser humano é livre é responsável e cabe a ele escolher seu modo de agir. Logo, com o avanço do sistema capitalista, recai sobre o home o compromisso de tornar o mundo mais sustentável. Assim, em pleno século XXI, reflete a realidade cultural de se escolher um carro ao invés de meios de transportes menos poluidores. Fica claro, a importância de se ter um desenvolvimento sustentável e implantar melhorias na mobilidade urbana em prática.

Portanto, é notável começar com esforços globais do Governo, deverá colocar em vistá para todo o público esclarecendo e deixando viável dos acontecimentos se não colocado em prática a redução de veículos na mobilidade, em forma de palestras. Por ultimo, é necessário oferecer alternativas de trasportes públicos que levem conforto a população e aumentar a extensão das linhas de metrô e ciclovias, que sejam acessíveis nos grades subúrbios, assim haverá redução no número de carros. Dessa forma, essa força irá atuar sobre o problema fazendo com que mudasse de percurso.