A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 23/09/2020

A crescente crise na mobilidade urbana no Brasil está, diretamente, ligada aos reflexos do passado e aos processos de modernizações. Desde os primórdios do desenvolvimento humano a sociedade busca por melhores meios de locomoções. Logo, com o passar dos anos, o conhecimento foi permitindo esses acontecimentos. No entanto, apesar dos pontos positivos dessas evoluções, é nítido que os problemas ,como, a falta de estrutura para o deslocamento, além dos impactos negativos na saúde da população, bem como na do meio ambiente, tornam-se, hodiernamente, mais intensos.

A priori, vale salientar que a desestruturação do meio de transporte colabora para o caos da mobilidade.Posto que, o crescimento desordenado causou uma falta de meios de circulações coletivos que atendam as demandas, além de estimularem as buscas por alternativas que intensificam as circulações nas vias. Nesse cenário, duas atitudes governamentais colaboraram para o contexto contemporâneo, sendo eles o projeto de Jucelino kubitschek, com o seu plano de 50 anos em 5, que embora tenha colaborado para o desenvolvimento das rodovias e para as melhorias daquela época, não teve um pensamento a longo prazo que visasse os impactos no futuro. Ademais, a redução dos impostos veiculares realizado por Lula Inácio, fez com que a quatidade de carros trafegando elevassem ainda mais. Em suma, é evidente que as atitudes do passado reflete na realidade atual, pois todos esses processo foram acumulativos.

A posteriori, covém ressaltar que o corpo social que trafega, diariamente, nos meios urbanos possuem uma baixa qualidade de vida. Visto que, passam por transtornos constantes de estresse, crises respiratórios, sofrem com alterações na pressão sanguínea e no ph do corpo humano.Com base nisso, o principal para tais consequências é a emissão do dióxido de carbono, advindo da combustão realizada pelos veículos. Esse gás, alem de causar problemas de saúde ele também interfere no meio ambiente, pois sua liberaçaõ colaboram com a chuva ácida e com a intensificação do efeito estufa. Segundo o Sistema de Estimativa de Emissões de Gases de Efeito Estufa, o Brasil é o décimo quarto país no mundo que mais emite co2 e é um dos países que mais apresenta dificuldades com o sistema respiratório, dado que a cada 100 brasileiros 44 sofre com alguma doença. Em síntese, é notório que a mobilidade urbana precisa ser modificada, afinal ela atinge tanto o indivíduo como o meio ambiente.

Diante do exposto,é preciso que o Governo, juntamente com as empresas de transportes públicos, invista e elabore maneiras de utilizar veículos em melhores condições, que suporte a demanda e emita menos gases. Isso deve ser feito com o intuito de fazer com que as pessoas utilizem menos carros, emitindo, por conseguinte, menos poluentes e alcançando cada vez mais o ieal de sustentabilidade.