A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 06/10/2020

Em países como Suíça, Singapura e Hong Kong, a erradicação da crise na mobilidade urbana simboliza um ganho para as nações nos últimos anos. No Brasil, entretanto, a ausência de infraestruturas mais eficazes nos locais aonde há movimento social faz com que haja uma intensa dificuldade na fluidez de transportes no país. Nesse contexto, dentre os fatores relacionados a essa problemática, destaca-se a falta de políticas públicas e o aumento da utilização de transportes individuais.

De início, é possível destacar a carência de atividades governamentais como causa do problema. Segundo a Lei da Inércia, de Isaac Newton, a tendência de um corpo é permanecer parado quando não é feito nenhuma força sobre ele. Dessa forma, é inadmissível que, em um país cujos deputados ganham uma enorme quantia monetárias advinda dos impostos pagados pelo povo, eles não estejam planejando ações para exonerar os entraves na locomoção urbana.

Além disso, o aumento no uso de carros nas cidades é um problema. De acordo com o Portal de Notícias G1, o país possui 1 automóvel para 4 habitantes. Nesse sentido, lê-se como nocivo o elevado número de transportes individuais nas estradas brasileiras, o que corrobora para o engarrafamento nas ruas. Desse modo, é imprescindível medidas para solucionar esse empecilho.

Portanto, é necessário que o Governo insira um número maior de transportes coletivos nas cidade, de preferência os que contém uma estrutura interna melhor, com banheiros e ar condicionados, para que as pessoas mais abastadas também possam aderir a esse uso e deixar os carros de lado. Essa ação será realizada por intermédio de verbas estaduais, que podem ser alcançadas por meio de atividades coletivas, como venda de produtos para o estado,  na finalidade de diminuir o trânsito e tornar mais fluente a mobilidade popular. Assim, o país vencerá mais uma de suas barreiras.