A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 19/10/2020

Por volta de 1960, o processo de urbanização no Brasil se intensificou com o êxodo rural, pelo qual trabalhadores do campo se deslocavam excessivamente para as cidades em busca de trabalho, saúde, educação etc. Dessa forma, algumas consequências negativas foram evidenciadas, como o trânsito caótico, a poluição e a aglomeração de pessoas nas ruas, acarretando a assaltos, roubos dentre outros. Assim, torna-se necessária a eventual ação dos responsáveis para impor segurança, mobilidade urbana e principalmente investimentos estruturais nas vias das cidades.

Em grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, os congestionamentos se desenvolvem em decorrência ao excesso de veículos de pessoas que vão ao trabalho, escola etc, o que dificulta a fluidez do trânsito local. Com isso, tais indivíduos podem ser vítimas de assaltos e roubos por parte de bandidos, que aproveitam da situação para fazer o mal,  colocando em risco a vida daquelas e contrariando a liberdade de ir e vir defendida pelo pensador John Locke.

Também, a falta de ônibus, trens e metrô  acarreta a tal mazela social, no qual muitas pessoas poderiam trocar seus automóveis pelo transporte público, o que diminuiria a poluição e os engarrafamentos nas grandes cidades. No entanto, a demanda desses meios é escassa pelo simples fato de governantes não investirem nesse bem público, assim, prejudicando a classe trabalhadora, estudantil e social do país que tanto necessita de qualidade no que tange a deslocamento.

Portanto, é de extrema necessidade que os responsáveis solucionem os problemas de mobilidade urbana no Brasil. Logo, os Prefeitos devem construir vias alternativas, criar e/ou ampliar rodízios de automóveis nas grandes cidades, por meio de verbas liberadas pelo Governo Federal e Estadual, a fim de mitigar esse transtorno. Além disso, tal autor deve ampliar linhas de ônibus, oferecer a população outros meios de transporte, como bicicletas e similares, por meio de empréstimo na finalidade de desafogar os meios tradicionais de locomoção e garantir o direito de ir e vir.