A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 20/10/2020
Promulgada em 1988, a Constituição da República Federativa do Brasil garante a todos os indivíduos o direito de ir e vir e ao bem-estar social. Conquanto, a crise na mobilidade urbana impossibilita que a população desfrutes desses direitos universais. Diante dessas perspectivas, cabe avaliar os fatores que favorecem esses quadros.
Em primeira análise, o descaso estatal com o transporte público mostra-se um desafio aos indivíduos que fazem o uso diário dos ônibus e metros, uma vez que poucos recursos são destinados pelo estado em reformas e maiores frotas para a população. De acordo com a OMS ( Organização Mundial da Saúde), percebe-se maiores numero de contaminação de gripe e bactérias com as linhas de ônibus cheias. Consoante, a isso faz-se mister que o estado invista nesses meios de transportes públicos.
Somando a isso, a falta de incentivo ao governo pela população dificulta na execução de melhorias da mobilidade. Segundo o jornalista irlandês George Bernade Shaw “O progresso é impossível sem mudanças”. Analogamente, reivindicações da sociedade pela melhora no trasporte são necessárias para a realizações de mudanças.
Portanto, a mobilidade no brasil apresenta barreiras preocupantes. Para amenizar esse cenário urge que o estado invista por meio de verbas governamentais na produção de maiores frotas e fiscalização por meios de fiscais, se as empresas de linhas estão cumprindo com com a legislação do numero de passageiros por frota. E ainda, o Ministério da Educação, juntamente com assistente sociais, distribuírem nas escolas e linhas de ônibus e metros folhetos, contendo informações sobre a quantidade permitida nas linhas de ônibus e atentando as populações sobre seus direitos e deveres nos transportes públicos. Com isso teremos um trânsito mais facilitado pois, a população que faz o uso de trasporte particular seria atraída para o trasporte publico e ainda teremos menores taxas de poluição na cidades e metrópoles.