A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 06/11/2020
A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
A crise da mobilidade urbana é um problema encontrado pela maioria dos cidadãos nas grandes cidades brasileiras. Além disso, segundo o Jorna Correio Popular, a cidade de Campinas pode entrar em colapso em cerca de 8 anos devido à demanda de veículos. Diante disso, podemos analisar as causas, consequências e possíveis soluções desse impasse social. Com a Revolução Industrial entre os séculos XVIII e XIX, Henry Ford propôs o primeiro modelo de produção de automóveis em massa, denominado fordismo. Como resultado, surgiram vários outros modelos de produção em massa, que levaram a um aumento do número de carros que ultrapassou o número de cidades atendidas, causando o caos que os trabalhadores urbanos enfrentam todos os dias.
Além disso, os frequentes engarrafamentos causados por veículos excessivamente altos não só causam atrasos na vida de muitos brasileiros, mas também são um dos fatores que causam impacto climático e poluição. Essa é a prova do fenômeno climático humano “ilha de calor”, no qual a temperatura média na cidade é superior à das áreas rurais próximas, causada principalmente pela emissão de gases poluentes.
Não há dúvida de que o modelo de produção de automóveis proposto durante a revolução industrial ajuda a tornar esses produtos mais baratos e acessíveis, mas é preciso fazer o planejamento urbano em conjunto. Portanto, o governo federal deve formular políticas públicas para os problemas de transporte urbano, incluindo o estabelecimento de transportes alternativos decentes e confortáveis, aumentando o número de ciclovias e ciclovias e aumentando o transporte metroviário. Para isso, reduza o número de carros e resolva esse inconveniente urbano.