A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 16/07/2022

O filósofo Thomas Hobbes, afirma que é dever do Estado tido como dono do poder público garantir os direitos de todos. Nesse viés, apesar de relevante a realidade se vê longe desse contexto, visto que a crise na mobilidade urbana é frequente, uma vez que as condições de locomoção se torna dever do Estado, porém, a falta de infraestrutura nas rodovias é um fator para que acarreta muitas das vezes acidentes.

A priori, segundo Nelson Mandela, negar os direitos humanos das pessoas é questionar a própria humanidade delas. Por conseguinte, uma boa locomoção de rodovias se torna um direito de todos, logo, a falta de investimentos na qualidade de vida das pessoas é um problema, uma vez que não constroem avenidas para diminuir o trânsito, além da péssima qualidade das que já existem, como asfaltos quebrados, má estruta, dificultando ainda mais o dia a dia daqueles que moram longe. Sendo assim, faz-se necessário discutir acerca desse problrma.

Ademais, de acordo com uma pesquisa feita pelo CNT (Confederação Nacional do Transporte) relata que foram perdidas 5.91 vidas em acidentes em rodovias do país. Análogo a isso, esses acidentes são consequências muitas das vezes de uma péssima qualidade nas vias, acarretando mortes de pessoas e animais. Dessa forma, é fundamental a melhoria na mobilidade urbana por meio do Estado.

É imprescindivél, portanto, alternativas para solucionar os problemas abordados ao longo do texto. A princípio, cabe ao Estado, responsável por zelar da qualiade de vida das pessoas, investir na criação de rodovias com intuito melhorar o trânsito, além de refazer os asfaltos que foram feitos a muito tempo, por meio de funcionários das prefeituras, garantindo a segurança e os direitos das pessoas como afirma o filósofo Thomas Hobbes.