A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 15/11/2020
No filme “Onde está a segunda” é visível, de forma recorrente, o crescimento populacional e suas possíveis consequências. Fora da ficção, esse fato não diferé da realidade atual, visto que, dentre elas destacam-se o aumento de automóveis privados. Dessa forma, as causas desse empecilho são negligência governamental e jornada de trabalho inflexível.
Em primeira análise, vale destacar que o processo de urbanização provocou mudanças nesse aspecto. Segundo, geógrafo, Milton Santos, o consumismo é muito presente na população mundial, fato observado no aumento de automóveis na cidade de São Paulo, a carrocracia. Essa consequência é ocasionada devido a negligência governamental que promove um sistema de transporte público precário e de alto custo para a sociedade, o que torna mais viável para a mesma o carro próprio, omque causa impactos no meio com o aumento da emissão de gases poluentes.
Outrossim, o que possibilita a escolha de carros privados em relação aos públicos é a jornada de trabalho inflexível. Cabe ressaltar, que o modelo de produção surgido na segunda revolução industrial, o fordismo, favoreceu a produção em massa e assim, o consumo desenfreado. Logo, a prioridade de automóveis próprios garantem uma maior rapidez no trânsito e, consequentemente, a solução para a perca de tempo proporcionada pelo transporte público.
São necessárias, portanto, medidas que garantem uma fácil mobilidade urbana. Com vistas a aumentar o interesse aos transportes públicos, o Governo deve, por meio de empresas de transportes públicos, oferecer melhora nesses objetos de uso coletivo, assim como, fornecer horários exatos que auxiliam a agilidade aos trabalhos. Além disso, a Mídia deve disseminar informações de aplicativos, criados pelo Governo ou por essas empresas, para a população, por meio de anúncios e propagandas, a fim de oferecer os horários de embarque e a possibilidade de baixo custo na passagem para quem possui o app.