A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 07/11/2020
O filósofo Zygmun Bauman, em sua tese sobre a vida líquida, desnudou a sociedade moderna e fez críticas aos comportamentos egoístas da humanidade. Percebe-se esses aspectos no que tange à crescente crise na mobilidade urbana. Nesse contexto, torna-se evidente como causas, o aumento da população do país e à inércia da administração do governo diante desse tema.
Nessa perspectiva, segundo o escritor Oscar Wilde, ele afirmava que a insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou de uma nação, ou seja, é primordial que o governo não venha conformar-se com a atual situação do trânsito. Outrossim, conforme fontes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil aumentou sua população nos últimos anos, chegando a aproximadamente 290 milhões de habitantes, por conseguinte, reside uma das maiores metrópoles que se chama São Paulo, o que leva esse aumento desenfreado no trânsito.
Nesse sentido, vale destacar o quão displicente e inerte, o governo está administrando o trânsito do país, com ausência de faixas exclusivas a ônibus, o que gera insatisfação da população, visto que, apresentam-se favoráveis à construção disso, conforme dados do IBOPE. Ademais, nessa mesma fonte, relata-se que muitos deixaram de utilizar veículos automotivos e passaram a usar ônibus, tal motivo, justifica o porquê deles quererem o uso de faixa própria aos coletivos, o que facilitará bastante, o percurso de quem utiliza.
Portanto, é de suma importância, que o Ministério da Infraestrutura, que é um dos mais essenciais do Estado, promova um aumento das faixas de ônibus e estradas do país, por meio de engenheiros civis capacitados à construção disso. A principal finalidade disso é melhorar o trânsito do Brasil, cuja nação possui uma grande população, em que todos possam veicular-se de maneira mais harmônica, com redução nos congestionamentos e no estresse que causa no local, o que tornará uma sociedade mais organizada, empática , menos egoísta.