A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 30/11/2020

Com a vinda das grandes indústrias para o Brasil, em meados da década de 1930, houve um período de êxodo rural, o que gerou uma migração do nordeste para a região sudeste e, futuramente, uma crise na mobilidade urbana. Com a crescente utilização de transportes individuais, como os carros, e com a falta de medidas eficazes para contornar essa instabilidade, a mobilidade urbana no Brasil se aproxima para um futuro colapso.

Em primeira análise, os planos para administrar essa quantidade de imigrantes e a população nativa não acompanham o crescimento da cidade, relata a Revista Eletrônica da FANESE. Por conta disso, grandes cidades estão com uma frota de carros cada vez maior e com grandes problemas no trânsito, como o excesso, que pode gerar um aumento em acidentes e insatisfação.

Outrossim, segundo a Revista Exame, há uma baixa qualidade na infraestrutura de transportes públicos e também em vias cicláveis.  Além disso, também há um aumento nas taxas cobradas pelo serviço para tentar suprir o deficit de qualidade, o que não acontece. Consequentemente, as pessoas acabam por não realizar essa migração de meio de transporte, o que resulta em uma constante na utilização de carros e motocicletas.

Portanto, com a falta de preocupação em melhorar as possibilidades de transportes há um aumento na crise da mobilidade urbana brasileira. Tendo em vista isso, o estado em parceria com os municípios, deve estimular essa transição de meios de transportes, por meio da melhora na qualidade de ônibus e de ciclovias, como menores preços e maior segurança, para que a crescente crise diminuía e haja menos poluição ao meio ambiente.