A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 07/12/2020

Poluição. Atrasos. Estresse. Ansiedade. Prejuízos. Ilhas de calor. Péssima qualidade de vida. São algumas das muitas consequências geradas pela crise na mobilidade urbana no Brasil. Ademais, é possível afirmar que as causas para o crescimento exponencial dos problemas no deslocamento das grandes cidades são a péssima estrutura e as poucas estratégias para a melhoria da situação vingente, que gera um grande nível de poluição e entrava a qualidade vida da população. Logo urge, uma mudança.

Vale ressaltar, a princípio o pepel pasivo do Ministério da Infraestrutura diante da crise na mobilidade das metrópoles brasileiras e das poucas políticas públicas efeitavas. Sob essa édige, vale mancionar documentário “Perrengue - o desafio da mobilidade em São Paulo” que relata de forma dinâmica a lamentavel situação do transporte público brasileiro, que ao invéns de investir em transportes coletivos para melhoria do bem estar social, estímula cada vez mais a compra de automovéis. Sob essa pespectiva, merece destaque o pouco investimento do Governo Federal no transporte público, isto se deve aos ideias neoliberais que estímulam a população a comprar cada vez mais carros, pois com a venda destes o lucro é muito alto, porque são muitos os imposto pagos pelos automovéis como IPVA e o DPVAT. Por conseguinte, os agentes públicos proporcionam cada dia mais vias e rodovias e menos ferrovias nas cidades brasileiras, e consequentemente as frotas de carro crescem consideravelmente todos anos, e com isso as ilhas de calor  se intensificam e os problemas de saúde aumentam.

Dado o exposto, é importânte ressaltar os dados públicados pela revista Veja, no ano 2015, que afirmam, que mais 80% do transporte brasileiro é rodoviário. Á vista disso, o estresse e ansiedade, são síndromes manistadas por individous que passam horas de seus dias presos no trânsito caótico das metrópoles, pois essas  pessoas sofrem com noites de sono mais curtas, pelos sons de buzinas constantes, pela superlotação nos trens, mêtros e ônibus, além do cansaço físico e mental o que acarreta graves problemas de saúde a esses cidadãos. Além disso, a poluição  e as ilhas de calor tem crescido assustadoramente, por causa do grande consumo de combustíveis fosséis e com isso há uma intensificação do efeito estufa, o que modifica o clima e causa a extinção de diversas espécies.

Destarte, é fato que são muitas as causa e as consequências provocadas pela crise na mobilidade hurbana. Indubitavelmente, é necessário que o Ministério da Infraestrutura em parceria com empresas privadas, invistam cada vez mais em tranportes coletivos, por meio de políticas públicas e de verbas destinadas somente para criação de ferrovias e metrôs, além de aumentar as ciclovias para intensificar a circulação de bicicletas, patinetes e pedestres. Ainda, deve-se estímular os individous a comprarem somente carros elétricos, com o fito de melhor o bem estar da sociedade e preservar o meio ambiente.