A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 14/01/2021
A industrialização automotiva trouxe um colápso aos tempos atuais, uma vez que sociedade aumentou seu consumo na aquisição de automóveis devido a facilidade da compra. Nesse ínterim, o volume de veículos nas grandes cidades acarretam em consgestionamentos, principamente em hórarios determinado como a ida e o retorno do trabalho, visto que os cidadões utilizam deste meio para locomoção. Vale ressaltar que muitas pessoas, também, adquirem os veículos pela falta de infraestrutura de transporte público como mêtros, ônibus e ciclofaixas.
Considerando o art. 6º da Constituição Federal, essa que prevê o transporte como um direito social, percebe-se uma utopia, pois essa garantia não vem sido cumprida. Ademais, o pagamento de impostos sobre veicúlos, os valores de multas arrecadados e os investimentos específicos não é revertido para melhoria do transporte. Assim é identificado uma grande omissão por parte do Estado.
Outrossim é a grande falta de instrução ou imprudência dos motoristas, os quais produzem elevados índices de infrações, que consequentemente geram acidentes que muitas vezes acarretam em mortes. Segundo o “portal do Brasil” que informa os dados elaborados pela Confederação Nacional de Transporte (CNT), menciona que em 2019 as rodovias federais registram 69 mil acidentes e dentre elas foram mais de 5 mil óbitos.
Portanto, cabe ao Estado agregado ao órgão especializados em trânsito análisarem os fatores que fomenta esse quadro árduo. Por conseguinte com suas políticas públicas utilizar dos recursos cabíveis para as ampliações de transporte público de qualidade (metrô, trem, ônibus, ciclofaixas), sinalizações, fiscalizações e punições severas aos infratores. Dessa forma é possível realizar uma reestrutura e gerar alívio a lógistica nacional.