A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 06/05/2021

Com o Fordismo, sistema de produção industrial criado pelo empresário norte-americano Henry Ford, a produção e a compra  de automóveis se intensificou. Desse modo, na época, o deslocamento das pessoas pelas cidades se tornou mais prático. Porém, hoje em dia com o crescente número de automóveis nas cidades a mobilidade urbana só tem piorado. Esse fato, além de atrapalhar a rotina das pessoas, também prejudica o meio ambiente. Visto isso, é nítido que o governo precisa tomar medidas para melhorar essa mobilidade.

Primeiramente, é importante destacar a falta de qualidade nos transportes públicos coletivos, esses tendo problemas como superlotação ou até mesmo falta de acessibilidade, pois por exemplo, muitas vezes o cinto de segurança para cadeirandes esta com problema. Em pesquisas realizadas pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em 2011 e 2012, revelaram que mais de 60% das pessoas classificam o transporte público em condições “péssimas ou ruins”.

Dessa forma, com a insatisfação das pessoas pelo transporte público, consequentemente o número de carros e motos aumentam nas estradas, causando trânsito intenso, o que acaba prejudicando a rotina das pessoas, pois muitas se atrasam, para seus compromissos, devido ao tráfego indesejado. Além disso, o meio ambiente também é prejudicado, já que o quanto maior o número de automóveis maior é a emissão de gases poluentes. Segundo dados do Relatório de Emissão Veiculares da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), os carros são responsáveis por 72,6% da emissão de gases do efeito estufa.

Logo, com o intuito de melhorar a mobilidade urbana e consequentemente ajudar o meio ambiente, com uma quantia em dinheiro doada pelo governo, as prefeituras de cada região devera ficar responsável por colocar mais ônibus público de qualidade para circular e também fará reformas nos antigos. E deverão criar novas ciclovias, já que bicicletas são um meio fe transporte que não polui.