A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 07/05/2021

Os canais midiaticos, tanto sociais, quanto televisivos têm mostrando frequentemente que o Brasil sofre sérios problemas no que tangem ao aumento significativo da mobilidade urbana. Consonante a tal afirmação, percebe-se que a falta e/ou precarização das ciclovias e a marginalização do transporte coletivo fazem com que, cada vez mais, as pessoas optem pelo transporte particular, desencadeando uma crescente na problemática. Infere-se, portanto que o país carece de uma solução urgente.

Em primeira análise, é percepítivel que o descaso com o trasnporte público coletivo reflete negativamente em tal óbice. De acordo com pesquisa feita pela Unicarioca, em parceria com o Grupo Band,concluiu-se 55,5% de insatisfação dos usuários de transportes público do Rio de Janeiro. Concluindo, então, um cenário distante do ideal.

Em segunda instância, as insuficientes, isso quando existentes, ciclovias também mostram-se como um empecilho para solucionar o entrave. Segundos dados do Intituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), diagnosticou-se que apenas 14 em cada 100 municípios no país possuem ciclovias. A parcela de cidades que oferecem bicicletários públicos é mais insignificante: cinco em cada 100. Desse modo, é improrrogável ações para transfomar essa realidade.

Diante do exposto, necessita-se mudar tal quadro. Uma das formas de fazê-lo é incumbindo ao Poder Legislativo, por meio de reuniões, criar leis que tornem obrigatório uma quilometragem mínima de ciclovias em todas as cidades brasileiras, visando aprimorar não só a questão das ciclovias em si, como também, a fluidez dos veículos nas estradas. Além disso, é cabível ao Ministério Público, por intermédio do parecer de pesquisas populares, aperfeiçoar as reclamações feitas sobre o sistema de transporte público, isso para que a decadência na situação presente progrida. Sendo assim, notar-se-á que a implemenação de tais medidas melhoram o entrave no país.