A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 09/05/2021
No período de 1956 a 1961 no Brasil, durante o governo presidencialista de Juscelino Kubitschek o país ratificou o modal rodoviário, através da compra de automóveis e construção de estradas, com o intuito de promover o crescimento e o avanço econômico. Porém, esse aumento gerou um desequilíbrio na mobilidade urbana principalmente nas grandes cidades.
Em 2013 o aumento da tarifa nas cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, levou milhares de pessoas as ruas para protestarem contra o aumento já que o valor não era adequado as infraestruturas e qualidade dos meios de transporte. Assim a falta de investimento e ineficiência na mobilidade urbana, torna o transporte público precário, o que induz as pessoas a usarem seus automóveis, em contrapartida o uso de meios alternativos como a bicicleta é minímo devido a falta de ciclovias nas ruas.
É necessário ressaltar que o exorbitante número de veículos nas ruas, colabora em efeitos devastadores para o meio ambiente, pelo fato de que os gases emitidos pelos transportes como o dióxido de carbono (CO2) poluem a atmosfera, o que gera uma intensa poluição, mudanças climáticas, ilhas de calor, chuvas ácidas, álem de contribur para o efeito estufa.
É evidente, a necessidade que o Estado tem de incentivar o uso de transportes coletivos, entretanto é preciso qualificar a segurança e conforto dos meios, para que façam campanhas midiáticas estimulando o uso desses transportes. Ademais, a escola poderia realizar trabalhos e projetos, que conscientize crianças e jovens o uso de bicicletas e transportes coletivos para locomoção, assim evitando a emissão de gases poluentes na atmosfera.