A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 08/05/2021

A modernização do transporte no Brasil, começou no Governo de Juscelino Kubschek, com a criação de rodovias para atração de empresas internacionais do ramo automobilístico. Em decorrência, o meio rodoviário decorre em desgastos e, falta de pavimentação ou restauração além da falta de sinalização. Junto aos meios de trasportes indivíduais que aumentaram em proporção à população por falta da qualidade de transporte coletivo, gerou-se uma crise a mobilidade.

Em primeiro lugar, pelos desgastes decorrentes da falta de manutenção de estradas acarretando acidentes e até mesmo prejuízos para o dono do automóvel, bem como a falta de sinalização que é responsável por 10% dos acidentes de trânsito, de acordo com o G1. Além disso, há o perigo que pedrestes enfrentam ao atrassar a rua ou até mesmo a rodovia. Esses problemas são decorrentes da falta de investimento por parte do Governo de cada Estado.

Em segundo lugar, com a precaridade dos transportes públicos que não é equivalente ao alto preço, induz a população (que possuem carros) a usarem os meios de transportes individuais. Por isso, gera- se o inchaço de carros nas vias. Como efeito, surge a ampliação de gases(monóxido de carbono e hidrocabornetos) poluentes que são gerados pelos automóveis, cerca 72,%, de acordo com documento de emissões atmosféricas. Com efeito disso, surgem dados ao meio ambiente e problemas respiratórios.

Logo, medidas são necessárias para resolver esse impasse. O Governo Estadual brasileiro deve fazer reformas e começar a pavimentação em cidades, a cada quatros anos. Com o objetivo da diminuiçao dos acidentes causados por falta desse investimento. Além disso, o Ministério de Transportes investa em ciclovias em todos os municípios mas também em reformas no transporte coletivo, o que há de colaborar com o tráfego, a saúde e diminuir a emissão de gases poluente.