A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 10/05/2021

Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporanêa é o oposto do que o autor prega, uma vez que a crescente crise na mobilidade urbana brasileira apresenta barreiras, as quais dificultam as concretizações dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto do aumento na utilização de transportes individuais, quanto da precária condição de ruas e rodovias do país.

Desse modo, é fato pontuar que a mobilidade urbana deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne a criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o Pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta da atuação das autoridades, o aumento dos transportes individuais dificulta a circulação das pessoas na rua. Assim, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Ademais, é imperativo ressaltar o desconforto dos meios de locomoção públicos e as péssimas condições da vias que eles circulam. Partindo desse pressuposto, a população em si busca o maior conforto já que o direito que eles têm por lei não é cumprido.

Em virtude dos fatos mencionados, medidas são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Com o intuito de diminuir a circulação dos transportes individuais, necessita-se urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital e por intermédio dos políticos locais invistam em melhorias relacionadas a mobilidade. Logo, poderá se reparar, em médio e longo prazo o impacto nocivo da mobilidade em meio urbano, e a coletividade alcançará a Utopia de More.