A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 04/05/2021

Durante o governo de Juscelino Kubitschek, foi inaugurado a construção de estradas e ,também, o desenvolvimento de um código de conduta nas leis no trânsito, no entretanto, esse tipo de ordenamento inicialmente, era um sistema precário e embrionário. Naturalmente, o processo de normalização na circulação de veículos no Brasil, se transfigurou em um crise visível no meio social devido a estabilidade da infraestrutura das vias de transporte por serem inviáveis e ultrapassadas, pois foram causadas pela falta de elaboração  em projetos que unificasse o uso dos transportes públicos á um sistema único como ,também, pela escassez de inovações desses meios nos ambientes contemporâneos.

A princípio, o transporte público deveria ser um procedimento majoritariamente predominante e igualitário na acessibilidade de uso para toda população. Segundo, John Locke, o estado deveria ter a responsabilidade de estabelecer o contrato social é efetivar os direitos do indivíduo , sob essa análise, o Brasil, ainda predomina-se de uma baixa qualidade em investimento direcionados ao melhoramento dos espaços urbanos, pois os locais de pontos de estação de automóveis e os veículos públicos se encontram sucateados e em situações precárias por causa da insuficiência de manutenção de suas infraestruturas, logo, há uma prevalência frequente na aplicação do  carro no cotidiano que posteriormente, podem possibilitar que as vias de mobilidade urbana sejam trafegadas.

Ademais, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), demarca um aumento no uso de veículos automotores de quatro rodas pela população brasileira nas cidades. Enfim, as relações sociais ficam cada vez mais envolvidas na perspectiva de uma cultura de fetichismo de mercadoria em conformidade com o sociólogo Karl Max. Além disso o carro passou a ser visto como um símbolo de status e poder, em suma, proporcionou um aumento no consumo desse meio, efetivamente, é de extrema importância a execução de inovações no emprego de outros tipos transportes que diminuam o índice de congestionamento de veículos motorizados pelo investimento em estruturas bem como as estações trem.

Portanto, é necessário a implementação de medidas que estimulem inovações em procedimentos na circulação de automóveis no Brasil. Para isso, o Ministério da Economia, em conjunto do Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN), devem fazer o planejamento e o orçamento de verbas destinadas ao melhoramento do transporte público nos locais urbanos baseados nas condições de infraestrutura de países desenvolvidos como o Canadá e a Inglaterra, para que as condições de trânsitos se tornem mais seguras e viáveis na sua mobilidade pelos habitantes.