A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 07/05/2021
Durante seu governo, Juscelino Kubitschek, ex-presidente do Brasil, incentivou a expansão rodoviarista, fazendo com que o Brasil passasse por uma vulnerabilidade dos carros, gerando investimentos insuficientes para os transportes públicos. Diante dessa problemática, é de suma importante análise dos fatores que atrasam a sociedade.
Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelou que em 2016 a frota de automóveis no Brasil, aumentou 400% nos últimos 10 anos. A princípio, a mobilidade urbana deveria estar relacionada com a facilidade dos cidadãos de se locomoverem, em contrapartida, com o aumento dos veículos privados, o valor das passagens de públicos transportes, são cada vez mais, alvos do aumento.
Sob o mesmo ponto de vista, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), 44,3% da população brasileira tem o transporte público como meio de deslocamento principal. No entando, o aumento desenfreiado de passagens afeta quase metade da população, levando em conta que muitos cidadãos precisam disso. Outrossim, a crise crescente na mobilidade além de refletir no aumento do trânsito urbana e da geração do ar, também é responsável por grandes partes dos acidentes, aumento dos números de mortes no trânsito.