A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 05/05/2021

constante cre o pelo demográfico enfrentado pela sociedade contemporânea acarreta uma série de problemas, entre eles está a mudança da mobilidade urbana, caracterizada pelo conjunto das condições de deslocamento de cargas e como as pessoas no perímetro urbano. Contudo, segundo a Nova Agência Urbana (NAU), adotada nas Conferências das Nações Unidas, a população tende a se duplicar em 2050, tornando evidente que os desafios enfrentados, como a carrocracia e as péssimas estruturas dos transportes públicos, precisam ser sanados antes das proporções se tornarem mais alarmantes.

Faz-se necessário analisar que a atual gestão pública abrange a forma totalitária para carrocracia, uma vez que essa corresponde ao incentivo e adaptação municipal para o maior uso e compras de carros individuais, todavia, o trânsito nas metrópoles aumentam com o crescimento do ramo de automóveis, gerando conturbações na vida dos cidadãos, tal como os atrasos ocorridos, que prejudicam a vida profissional e social do indivíduo. Além disso, vale ressaltar que as condições de gases poluentes, como monóxido de carbono e dióxido de nitrogênio, são diretamente proporcionais à quantidade de veículos em funcionamento, de modo que o meio ambiente é prejudicado, tornando incontestável uma negligência governamental para os problemas no tráfego e suas consequências.

Ademais, uma estrutura dos modos de transporte público é de extrema exposta para o tema abordado, visto que a população brasileira possui meios precários para a locomoção nas cidades, consoante ao fato de que os ônibus, que são veículos característicos dos municípios brasileiros, estão , na maioria das vezes, superlotados e tendem a ser inseguros, tanto na questão estrutural quanto na segurança pessoal. Em adição, o uso de bicicletas, que são meios saudáveis ​​de locomoção, é desvalorizado pelo povo, pois segundo o IBOPE, apenas 59% da população apoia a construção e o ampliamento das ciclovias, propiciando o impedimento de uma melhoria nas pistas para a prática ciclismo, fazendo com que uma população opte por um carro individual, em virtude da gestão pública.

Com base no exposto, cabe ao Governo Federal realizar uma intervenção, criando leis que obriguem os municípios a incluírem faixas exclusivas para ônibus, como também a realização de uma reforma nos veículos, com o intuito de agilizar o andar do fluxo de carros e estabelecer uma padronização, além de diminuírem as vagas disponíveis nas cidades, para que as pessoas deem preferência aos transportes públicos. Inclusive, é necessário a imposição do aumento das calçadas e ciclovias, com a disponibilidade de bicicletas de aluguel por meio de um aplicativo pago, a fim de que os meios que não degradam o meio ambiente sejam vistos como um método eficiente e acessível, com o objetivo de melhorar a forma resumida dos transportes coletivos, dando dignidade ao cidadão brasileiro.