A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 06/05/2021

Desde o período de governo de Juscelino Kubitschek, ocorre uma grande política de expansão rodoviarista, o que acabou acarretando uma valorização exagerada do carro, o que acabou agravando o problema de mobilidade urbana, já que a grande quantidade de veículos individuais impede a fácil movimentação de pedestres. Dessa forma, pode-se entender que a causa da crescente crise na mobilidade urbana brasileira é advento da péssima estrutura de transporte público e também da falta de flexibilização dos horários de trabalho.

No Brasil, é perceptível que ocorre uma maior utilização de carros do que de serviços públicos. Isso se dá pela má estruturação de serviço e a falta dele em algumas regiões. Nota-se que não são em todos os lugares que se possui uma linha de ônibus eficaz além de não possuir outros tipos de modais, como metros, moto taxi, entre outros. Com isso, a população acha necessário a compra de veículos individuais, o que, por sua vez, aumenta a circulação de automóveis e, assim, aumenta o congestionamento.

Além do problema de planejamento, percebe-se que a falta de flexibilidade dos horários de trabalho pode influenciar não má mobilidade urbana, já que todos os brasileiros saem de suas casas e voltam do trabalho em um horário padronizado, dessa forma, há um aumento na movimentação dos carros nesses períodos de “pico”.

Com base em tudo que foi citado, é perceptível que é necessário de novas implementações estruturais no país. É de suma importância que o Governo invista na implementação de transportes públicos efetivos, com a intenção de diminuir a quantidade de automóveis na rua, e, se possível, aumente a flexibilização dos turnos de trabalho, para tornar menor a rotação de veículos em um determinado período. Desse jeito, o território nacional sofrerá menos com a baixa mobilidade urbana, tendo uma população satisfeita.