A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 06/05/2021
Na série “Sherlock Holmes”, que se passa na Inglaterra, vê-se uma cena em que um dos personagens está andando na rua e acaba sendo atropelado por um ciclista. Fora da ficção, mesmo em países, considerados desenvolvidos e modernos, ainda existem situações problemáticas em relação à concentração urbana. No Brasil, com a enorme expansão do fluxo de pessoas nas ruas, tem-se agravado cada vez mais a crise da mobilidade urbana. Portanto, é necessário avaliar as causas e as consequências dessa crescente crise.
Devido a inúmeros fatores, como o grande desenvolvimento industrial e a falta de planejamento urbano, as cidades brasileiras se expandem cada vez mais, em relação à mobilidade, sobretudo, nas capitais brasileiras. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), em 2050, a população urbana brasileira será de 93,6%. A falta de políticas específicas tem contribuído para o aumento de veículos individuas nas ruas, além da lotação de transportes públicos.
Diante disso, é de se esperar que a crise de mobilidade urbana se torne um problema cada vez mais grave tanto para o ser o humano, quanto para o meio ambiente. Devido ao grande aumento do uso de transportes individuais, incontáveis consequências são identificadas, por exemplo, a limitação do fluxo; o aumento do índice de acidentes e de gás carbônico na atmosfera.
Portanto, em vista dos fatos mencionados, medidas devem ser tomadas para a solução dessa problemática. Logo, o Governo deve investir na melhoria dos transportes públicos, utilizando um planejamento a longo prazo, juntamente com empresas privadas e o poder público. Além disso, através da mídia, palestras escolares e até mesmo pelos pais, incentivos para o uso de transportes sustentáveis, como a bicicleta, devem ser feitos. A fim de promover uma melhora na qualidade de vida da população e contribuir ao meio ambiente.