A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 06/05/2021

As mídias, tanto televisivas quanto sociais, têm mostrado com frequência que o Brasil sofre com inúmeros problemas relacionados à crise na mobilidade urbana. Os principais fatores que contribuem para essa problemática são a ausência de políticas públicas e a ineficiência do governo. Portanto, medidas devem ser tomadas para resolver a situação.        Em primeiro lugar, é valido reconhecer como inutilidade do governo limita a cidadania do indivíduo, que tem direito ao bem-estar social. Segundo Gilberto Dimenstein, apesar da Declaração Universal dos Direitos Humanos e de todos os modernos códigos legais que regem o país, o Brasil ainda é negligente quando o assunto é a eficiência da autoridade. Logo, é substancial a mudança desse quadro.

Por conseguinte discussões importantes, como sobre as ações políticas voltadas para o povo tem ficado à margem das prioridade da população brasileira. Nesse viés, é controle social representa uma ferramenta indispensável para combater a omissão do governo frente ao problema. De acordo com o filósofo e sociólogo alemão Theodor Adormo a emancipação do cidadão deve partir da autonomia e da autorreflexão. Portanto, faz-se mister que o brasileiro se veja como parte integrante da comunidade em que vive, pois só assim será capaz de nela intervir.

Portanto, torna-se evidente, a urgência de medidas para alterar o cenário vigente. Dessa maneira, é dever do governo, planejar a alteração nas áreas de locomoção, ampliando áreas entendidas pelos transportes públicos coletivos, além de melhorar as calçadas para os pedestres, na tentativa de garantir a flexibilidade no espaço de movimento. Espera-se, dessa forma, que a mobilidade se torne melhor e mais sustentável.