A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 08/05/2021
A questão da mobilidade urbana tem origem na década de 1950, está ligada diretamente com o crescimento das grandes cidades. O modelo atual, que configurou as cidades, permitindo uma expansão sem precedentes. O processo de urbanização associou com o aumento do uso de veículos motorizados, tanto de ônibus quanto de carros. Entre os fatores que demonstram o fracasso do privilégio ao transporte motorizado individual estão os engarrafamentos e meio ambiente, o que é comum nas grandes metrópoles.
Em primeiro lugar, é importante destacar que, com a mobilidade urbana, ficaram mais fáceis os acessos a outros lugares e os deslocamentos de uma cidade a outra, no entanto, existem problemáticas a respeito desse tema. Segundo a pesquisa realizada pelo IBOPE, a lotação nos ônibus da cidade de São Paulo aumentou de 36% em 2014, o que pode ser um reflexo do aumento na quantidade de pessoas que passaram a utilizar o transporte público. A baixa qualidade dos serviços prestados pelas empresas de ônibus e a falta de infraestrutura dos transportes sobre rodas na cidade e das vias cicláveis pode ser uma das justificativas para que os cidadãos ainda não tenham optado por outras formas de deslocamento, seja por ônibus ou mesmo por bicicletas. É notório o contraste que se faz entre qualidade e necessidade.
Ademais, são evidentes, também, os problemas que os automóveis trazem ao meio ambiente. Com o excesso de emissão de gases lançados na atmosfera, a motorização privada consome espaço urbano aumentando o congestionamento, o que degradam a qualidade de vida urbana. Paralelamente, os sistemas de transporte coletivo, como ônibus, trens e metrôs, são sistemas de transporte coletivo, como ônibus, trens e metrôs, são fundamentais no planejamento das metrópoles.
Portanto, é preciso que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Para que diminua a mobilidade urbana, urge que o Governo e o Ministério do Meio Ambiente, por meio de soluções sustentáveis, e criativas, como utilização de bicicletas, obras de revitalização e entre outras. Além disso, promover debates que despertem atenção para a necessidade de criar e colocar em prática políticas e iniciativas que revertam o quadro. Somente assim, será possível reverter a situação da mobilidade urbana.