A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 06/05/2021

Policapo Quaresma, protagonista de Lima Barreto, têm como caractrística mais marcante um nascionalismo ufanista, acreditando em um país utópico. Entretanto, o descaso com a mobilidade urbana torna o país ainda mais distante do imaginado pelo personagem. Nessa perspectiva, seja pela ineficiência do governo, seja pela falta de infraestrutura, o problema permanece silenciosamente afentando grande parte da população e exige uma reflexão urgente.

A priori, é necessário destacar que esse sonho de um Brasil perfeito está distante do Brasil real, visto que a crise na locomobilidade urbana leva o país de encontro a essa concepção idealizada por Quaresma. Isso porque, mediante à baixa atuação dos setores governamentais, o cidadão fica a mercê da própria sorte. Segundo a UNESCO (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura), qualquer país só evoluira quando houver políticas públicas eficazes para combater os problemas sociais. Portanto, o legado de negligência e ignorância frente à crência da mobilidade urbana persite e impede que o Brasil prospere rumo ao desenvolvimento social pleno.

Ademais, evidencia-se, por parte do Estado, a ausência de Infraestrutura de mobilidade urbana suficientemente efetivas para resolver a problemática. Segundo Abraham Lincoln, ícone político americano, a política é serva do povo e não o contrário. Com efeito, em relação ao problema de locomoção nos meios urbanos  o que se percebe é justamente a ideia oposta a que Lincoln defendeu, pois não há um conjunto de ações, planos, metas públicas voltadas para a resolução da questão. E como consequência há o agravamento de um problema social expressivo que poderia ser solucionado se houvesse mais interesse do Estado. Logo, é inegável que essa situação ocorre porque governo não age em prol da resolução dela.

É notório, portanto, que medidas devem ser tomadas para resolver o entrave. Dessa modo, o governo deve investir em planejamento urbano, por meio de por meio de contratos firmados com empresas que trabalham no ramo. A fim de grantir que a cidade com uma boa mobilidade proveniente do planejamento. Dessa forma, observar-se-á um Brasil Imaginado por Policarpo.