A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 08/05/2021
Policarpo Quaresma, protagonista de Lima Barreto, tem por característica mais marcante um nacionalismo ufanista, acreditando num Brasil utópico. Porém, a realidade não é como o imaginado pela personagem, tendo em vista os frequentes problemas enfrentados em relação à crise da mobilidade urbana. Desse modo, seja pela falta de infraestrutura das estradas, seja pelo grande aumento da frota de veículos, o problema segue afetando a população e necessita revisão.
Primeiramente, é necessário ressaltar que a falta de infraestrutura das cidades agrava a situação. Isso ocorre uma vez que, com a existência de estradas mal projetadas, por exemplo, os centros urbanos passam a sofrer com frequentes engarrafamentos e congestionamentos de suas vias, o que acaba contribuindo para o agravamento da situação. Esse fato acaba afetando não só as rodovias, mas também as outras vias de locomoção, uma vez que atrapalha o pleno funcionamento de todo mecanismo urbano. Logo, percebe que essa situação precisa ser revista.
Em segunda instância, é válido ressaltar que o grande aumento no número de veículos nas cidades piora ainda mais a situação. Isso acontece, já que com o crescimento do número de carros e motos transitando pelas cidades, se torna mais trabalhoso fazer com que a infraestrutura rodoviária comporte todos esses novos veículos. Pesquisas apontam que no período entre 2017 e 2020, a frota de automóveis no Brasil cresceu mais de 4.000.000. Assim, é visível que essa situação precisa de revisão.
Em suma o problema é real e precisa ser revisto. Portanto, cabe ao governo federal, como órgão responsável pelo bem estar da sociedade, melhorar as condições das vias de locomoção urbanas, por meio de maiores investimentos na área da infraestrutura, a fim de que o Brasil se torne um país mais justo e igualitário para todos. Somente assim notar-se-á uma melhora significativa no cenário nacional.