A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 07/05/2021

No período da 2º Revolução Industrial, Henry Ford cria o Fordismo, com o propósito da produção em massa de veículos, isso possibilitou a praticidade do deslocamento nas cidades. Já no século XXI, varios automóveis transitam nos centros de cidades, ocasionando o engarrafamento, tornando necessárias então mudanças para resolver a questão.

Primeiramente, o Mecânico Rui Damaso afirma gastar 30 minutos para o trabalho, em via de 5 minutos no final de semana, sem congestionamento. Isso promove uma diminuição da economia, dado que, o acúmulo de carros e motos em avenidas atrasa a chegada dos empregados na empresa. Além disso, a liberação elementos  tóxicos pelos automóveis é elevada, ocasionando um aumento do efeito estufa, chuva ácida e problemas de asfixia devido aos poluentes ambientais liberados.

Em segundo ligar, apesar da dificuldade para locomoção nas cidades, muitas pessoas prefere o conforto do carro, ao invés da insegurança e da péssima qualidade de conforto dos transportes públicos. Ademais, a publicidade usada pela mídia, aumenta a aquisição de carros e motos pela sociedade, elevando o fluxo de automóveis transitando nas cidades.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Em parceria com o Ministério dos Transportes deve equipar os transportes com bancos confortáveis e ambientes limpos e climatizados, proporcionando assim o conforto dos automóveis pessoais.