A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 10/05/2021

Do século 16 ao século 21, durante a formação das grandes cidades no Brasil, os serviços de transporte público passaram por mudanças drásticas. Na transição do moderno para o moderno, como ruas cobertas por bondes ocuparam muito pouco espaço e passaram a ser movimentadas por ônibus, motocicletas e carros. Portanto, em vista da precariedade dos serviços prestados pelo transporte público, o aumento do uso do transporte privado tem levado ao problema de transporte público insuficiente e, consequentemente, à deterioração do meio ambiente.

Sabe-se que milhares de brasileiros utilizam o transporte público diariamente. No entanto, uma pesquisa realizada pela Agência Nacional de Transportes Urbanos revelou o número de passageiros de ônibus por mês diminuiu 9% em 2015, enquanto as vendas de automóveis aumentaram 23% ao mês. Isso pode ser ocasionado por roubos frequentes por parte das empresas públicas de condução de ônibus, falta de saneamento desses veículos e negligência na capacidade de passageiros, encontrados em insatisfação dos usuários do transporte público.

Deve-se lembrar também que o aumento do número de carros nas ruas é acompanhado por um aumento da elevação do ar. Os carros liberam dióxido de carbono e outros gases prejudiciais ao meio ambiente, agravando o clima e os distúrbios ambientais, como o aumento do efeito estufa e a formação de ilhas de calor - a temperatura média nas cidades é maior do que nas áreas vizinhas próximas.

Portanto, o congestionamento do tráfego automóvel urbano deve ser considerado um problema socioambiental, pois interfere na qualidade do tráfego prestado aos cidadãos e pode causar degradação ambiental devido à fonte do ar. Portanto, a Associação Nacional de Transportes Públicos precisa fortalecer a fiscalização das operadoras para garantir que o coletivo tenha um sistema seguro e confortável e mais frotas disponíveis, estimulando assim o uso do transporte público. Além disso, o Ministério da Ciência e Tecnologia deve aplicar recursos públicos em pesquisas da Universidade Federal para a produção de automóveis pouco poluentes.