A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 08/05/2021
Na década de 50, Juscelino Kubistchek, presidente da época, tinha como plano visionário a construção e ampliação de estradas rodovias, desencadeando o desejo exacerbado por automóveis, uma vez que o uso exagerado de veículos impede a fácil locomoção dos indivíduos. Causando assim, um problema social, que acarreta o atraso de vários fatores na sociedade.
Em primeiro lugar, é de conhecimento geral que os automóveis emitem gases poluente, ocasionando problemas de saúde e complicações futuras no clima da região, partindo desse pressuposto, uma quantidade extensa de carros produz consequentemente muita fumaça, produzindo então muitos problemas respiratórios. O gasto com o combustível também tem sido grande problema para as pessoas que usam seus transportes de locomoção diariamente. Saliente-se falta de instraestrutura nas estradas e avenidas das cidades que também aponta pra mais um problema, ruas sem asfaltamento e quebra-molas causam mais frustações para aqueles que dirigem.
Além disso, devido a falta de estruturas no transporte publica, a um incentivo do uso de carro individuais, gerando mais transito e difícil locomoção dos indivíduos, que não veem outra opção, já que os transportes públicos não estão sendo acessíveis decorrente da falta de segurança, preço, estrutura, e a falta de ciclovias impedem o uso seguro de bicicletas.Inclusive, em decorrência a esses fatos o número de pessoas atrasadas aumentam, consequentemente causando ansiedade e estresse para os cidadãos que estão presos no trânsito indo e voltando de seus compromissos.
Pode-se concluir então, a necessidade de intervenção do governo federal, estadual e municipal para uma ampliação de linhas de ônibus e metros de qualidade, construção de ciclovias para melhor funcionamento das bicicletas compartilhadas para um melhor funcionamento das rotas de automóveis, assim obtendo um funcionamento estável nas mobilidades. urbanas brasileiras.