A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 09/05/2021

De acordo com a Constituição Federal de 1988, todo cidadão tem direito de entrada e saída garantido pelo Estado. No entanto, a crescente crise do tráfego urbano no Brasil privou as pessoas desse direito básico, porque é difícil, e às vezes até impossível, usar o carro nas grandes cidades. Além disso, devido à emissão contínua de gases poluentes, esse problema também tem efeitos adversos na saúde dos brasileiros.

A falta de investimento e a ineficiência da gestão adequada do tráfego urbano têm tornado o transporte público cada vez mais caótico, levando ao uso de automóveis particulares. O trânsito se tornou uma das maiores dores de cabeça das pessoas e, devido ao acúmulo de veículos nas ruas, pressão e acidentes, se políticas mais eficazes não forem adotadas, o trânsito só vai piorar nos próximos anos.

Além disso, a quantidade de carros que circulam nas ruas do país, além de dificultar as viagens, também afeta diretamente a saúde da população e do planeta, pois provoca gases poluentes. Artigo publicado pela Folha de S. Paulo apontou que a liberação oblíqua de gás carbônico na atmosfera terrestre é um dos principais fatores que aceleram o efeito estufa, que faz com que a temperatura global aumente e afeta a natureza e o estado dos gases de efeito estufa. A existência de todos os ecossistemas. No entanto, o mesmo editorial destacou que esse tipo de radiação costuma ser a causa de câncer de pulmão, como doenças respiratórias, que podem ter origem em respiração contaminada.

Portanto, para promover o transporte urbano no Brasil, a Secretaria de Transportes Metropolitanos de cada estado responsável pelo transporte público subterrâneo deve bloquear a busca pelo transporte pessoal com a expansão das linhas de metrô e o baixo custo no Brasil. A expectativa é que a nova linha de produção seja confortável e funcione bem, atraindo cidadãos brasileiros e reduzindo naturalmente o congestionamento de automóveis.