A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 09/05/2021
Em 1928, o então presidente do país, Washington Luís, inaugurou a primeira estrada de asfalto do Brasil e seu lema no poder era: “Governar é abrir estradas”. No entanto, foi durante a presidência de Juscelino Kubitschek, no final da década de 1950, que o trânsito rodoviário se implantou de forma potente, incentivando o crescimento desordenado da indústria automobilística, que causou graves problemas no trânsito urbano brasileiro, o que é um acontecimento prejudicial para o bem-estar nacional.
Em particular, o transporte urbano do Brasil enfrenta muitos desafios. Para defender essa afirmação, é possível citar um fenômeno que atinge os grandes centros urbanos comumente referido como “engarrafamento”. Devido ao enorme crescimento da frota do país e ao pequeno aumento no número de rodovias no país, este é um grande problema para o setor de transporte do país. Isso se deve ao fato de que, além de aumentar a insegurança da malha rodoviária, esse infortúnio também prejudica a economia do país, pois as pessoas perdem tempo disponível para as atividades de transporte, aumentando a renda e as atividades financeiras. Portanto, os danos à esfera social causados pela falta de mobilidade urbana no Brasil são óbvios.
No entanto, essa área não é o único infortúnio que causou esse impasse. O transporte público, principalmente os ônibus, encontra-se em estado instável e com alto valor agregado, fatores que podem causar insatisfação e promover o aumento do uso de automóveis particulares. Além disso, do ponto de vista biológico, a rede de locomotivas ineficiente do país agrava a poluição do ar e sonora nas áreas mais movimentadas. O que se segue é que, por falta de planejamento urbano, as chamadas “áreas verdes” dão lugar a estradas, o que geralmente não alivia o congestionamento do trânsito na cidade, o que é historicamente comprovado pelos equivocados ideais de desenvolvimento de Juscelino Kubitschek.
Portanto, pode-se inferir que é necessário tomar medidas para melhorar o trânsito urbano no Brasil. Assim, o governo federal e os governos estaduais devem promover a expansão das redes de transporte público para garantir melhorias de qualidade e preços justos para minimizar o congestionamento do tráfego. Além disso, a implementação de ciclovias por funcionários do governo e a adoção de rotações de carros em todas as áreas metropolitanas é fundamental para simplificar o tráfego e, portanto, reduzir os problemas ambientais. Além disso, para reduzir o número de carros particulares nas ruas da cidade, é conveniente para os ambientalistas promover os benefícios do uso de veículos coletivos e alternativos por meio de campanhas com a ajuda da mídia.