A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 08/05/2021

Desde a execução do projeto feito durante o governo de Juscelino Kubitschek na década de 50, com a criação de rodoviárias e implantação de indústrias automobilísticas no Brasil com o intuito de modernizar o país, o número de carros têm aumentado, gerando descontrole na mobilidade urbana e a poluição do meio ambiente, criando uma crise nas grandes cidades brasileiras.

A falta de gestão, investimento e incentivo ao uso dos transportes públicos são o que tornam eles caóticos, fazendo com que a população use seus transportes particulares, o que aumenta o tráfego e conseqüentemente os impostos. Todos os anos as tarifas aumentam deixando a população indignada com a prestação de serviço, sendo que o valor cobrado não equivale à qualidade da infraestrutura e segurança. É necessário que haja um melhor planejamento que facilite a locomoção e contribua para o meio ambiente.

Ademais, os automóveis são os principais emissores de gases poluentes na atmosfera, o que contribui para o efeito estufa no planeta. Segundo o IBGE, 75% dos gases liberados na atmosfera foram emitidos por meios de locomoção, e isso se deve a preferência dos brasileiros do uso do transporte público, porém precário ao invés de um meio alternativo como a bicicleta, por exemplo, pois as ciclovias existentes não são seguras, por este motivo, o número de automóveis aumenta.

Portanto, medidas devem ser tomadas para amenizar essa problemática. Para que haja uma melhora na gestão dos serviços públicos de transporte, é imprescindível que o Governo Federal direcione parte do dinheiro arrecadado dos impostos para a melhoria da infraestrutura de serviços de locomoção. Além disso, uma política de melhoria das ciclovias por todo o país e investimento na segurança. Logo, a população irá optar por estes meios de transporte o que melhorará a mobilidade urbana.