A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 09/05/2021

Desde que o presidente Juscelino Kubitschek formulou o “Plano de Metas”, o tráfego urbano no Brasil tem aumentado. Nesse plano, além da maior implantação da primeira indústria automobilística do Brasil, também foram tomadas uma série de medidas visando a manutenção e expansão das rodovias brasileiras. Mas hoje essa notória expansão levou a crises rotineiras, como batalhas no trânsito, porque as estradas não combinam com o grande número de frotas de automóveis. Portanto, é necessário questionar essa questão.

Em primeiro plano, de acordo com o UOL, em 2011, esses 190 postos de atendimento realizavam 70 ligações diárias de tráfego em São Paulo. Portanto, a mobilidade dos brasileiros é chocante. Sendo assim, especialmente durante horário de pico, milhares de motoristas estão rotineiramente sob pressão. Nesse caso, qualquer ação desencadeará combates ou conflitos generalizados.

Além disso, há também um conflito entre o número de veículos que circulam no país e as condições das estradas que sustentam o país. Por exemplo, de acordo com dados do Ministério dos Transportes (DENATRAN), desse modo também teve 1 carro para cada 4,4 residentes em 2011. Assim, embora o número de automóveis esteja a aumentar, a qualidade das estradas não consegue acompanhar este crescimento, o que torna esta situação um verdadeiro paradoxo, pois a população responsável por manter o país a funcionar não encontrou uma forma eficaz de resolver este problema. Para conseguir este transporte, a responsabilidade é cumprida tanto quanto possível.

Portanto, diante desse problema, cabe ao governo federal desenvolver a expansão efetiva do transporte público. Este desenvolvimento deve levar em conta a melhoria da infraestrutura da via a ser percorrida e do próprio transporte, de forma a alegrar as pessoas sentadas e em pé. Desta forma, o tráfego de carros autônomos será reduzido, o que significa a redução de conflitos de tráfego e a normalização da capacidade das estradas.