A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 10/05/2021
De acordo com o artigo 5 da Constituição Federal de 1988, é direito de todo e qualquer cidadão o poder de ir e vir. E a crise crescente na mobilidade urbana brasileira afeta esse direito, por dificultar o deslocamento dentro das cidades, isso é agravado pela falta de infraestrutura e pelo crescimento da população após o êxodo rural.
A fim de mostrar a problematica por meio de dados, o IBGE realizou uma pesquisa em 2017 em teve como resultado que 96% das cidades brasileiras não possuem um plano de transporte em massa. Apenas 35% das cidades possuem ônibus municipal, 1% possui metro e 68% trabalham pela circulação de vans. Por esses indices serem muito baixos eles afetam de uma forma negativa o deslocamento da população.
Certamente é necessário que o problema seja resolvido com urgência, porém como diz Martin Luther King “Todo o processo é precário, e a solução para um problema coloca-nos diante de outro problema.”, Essa citação se encaixa perfeitamente quando fala-se da crise crescente na mobilidade urbana brasileira, pois é um problema que o progresso anual é extremamente baixo, afeta as pessoas pela qualidade dos transportes públicos que geralmente se encontram extremamente lotados, pelo congestionamento causado pela grande quantidade de carros e pela degradação do meio ambiente pela grande quantidade de automóveis individuais, o que ajuda no aumento de liberação de gases poluentes.
Portanto, medidas devem ser atendidas para melhorar a crise crescente na mobilidade urbana brasileira, alguns meios seriam a redução dos automóveis individuais, o aumento de transportes publicos com uma qualidade melhor e o uso de bicicletas.