A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 07/05/2021
A maior força motriz do transporte moderno no Brasil vem dos projetos do governo Getúlio Vargas e JK, incluindo a implantação de rodovias e a atração da indústria automobilística para o país para promover o crescimento e o desenvolvimento econômico e industrial. Ao longo dos anos, muitas mudanças ocorreram no meio de transporte e, com o crescimento descontrolado da população, a sociedade sofreu uma crise de mobilidade principalmente nas grandes cidades.
A falta de investimento e a ineficiência da gestão adequada do tráfego urbano têm tornado o transporte público cada vez mais caótico, levando ao uso de automóveis particulares. O trânsito se tornou uma das maiores dores de cabeça para as pessoas e com o acúmulo de veículos nas ruas, a pressão, os acidentes e os números aumentam, se políticas mais eficazes não antes adotadas, o trânsito só vai piorar nos próximos anos. Em 2013, os aumentos de preços em grandes cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, no Brasil, fizeram com que muitas pessoas saíssem às ruas para protestar contra o governo.
A segurança pública precisa ser planejada e fortalecida para que todos os bairros e municípios podem se integrar sem problemas e também reduzir o isolamento. Cidades desenvolvidas como Nova York, Pequim e Londres possuem um grande número de linhas de metrô e ciclovias, e até mesmo pessoas com carros podem utilizá-las facilmente para viajar, evitar congestionamentos nas ruas e contribuir com a natureza.
O governo brasileiro precisa fornecer alternativas ao transporte público para levar conforto às pessoas. É preciso aumentar o número de milhas de linhas de metrô e ciclovias, não só para que cheguem às comunidades de classe média, mas também para tornar-las exibidas nos grandes bairros, para levar projetos de BRT a todas as grandes cidades de forma mais regulamentada e para regulares como rotas dos ônibus. Torne-o mais uma opção econômica e confortável para as pessoas.