A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 10/05/2021

Durante a Segunda Revolução Industrial, carros começaram a ser produzidos e vendidos, tornando-se um meio de transporte desejado por todos. Esse fato provocou o excesso de automóveis nas ruas, situação que vem crescendo gradativamente, sobretudo na contemporaneidade pelos avanços tecnológicos. Assim, a população prefere optar por transportes eficientes e mais rápidos para eles, como motos e carros, mas esses meios são poluentes e prejudicam o meio ambiente. Além disso, o Estado não investe em opções alternativas de transporte, aceitando tal condição alarmante.

Em primeiro plano, a falta de conscientização da sociedade sobre a poluição causada pelos automóveis nas ruas dificulta o processo de estabelecer novos meios locomotivos menos agressivos à natureza. Além do mais, atos como trocar uma ida de carro ou moto e em se locomover para os locais desejados de bicicleta ou caminhando diminuiriam as emissões de gases do efeito estufa,  como o dióxido de carbono. De acordo com o Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), os automóveis são responsáveis por 72,6% das emissões de gases efeito estufa (GEE).

Além disso, o Estado e a sua ineficiência também é responsável pelos desafios relacionados ao transporte alternativo. Visto que, o fato de o Estado não investir em meios menos invasivos ao meio ambiente e a falta de conscientizar a sociedade faz com que essa situação piore cada vez mais, gerando mais obstáculos em inserir esses meios de transportes alternativos.

Logo, para amenizar a crise da crescente mobilidade urbana, o governo deve promover a conscientização da população, por meio de panfletos entregues aos cidadãos. Obtendo, informações sobre os danos causados pelos transportes, a importância e vantagens de optarem pelos transportes alternativos. Ademais, o governo deve investir e inserir novos sistemas de mobilidade, como bicicletas públicas e outros meios, ajudando assim, a natureza e o meio ambiente.