A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 10/05/2021

Em um de seus poemas, Carlos Drummond de Andrade cita que: “No meio do caminho tinha uma pedra”, metaforizando os desafios que impedem o pleno desenvolvimento de um bem-estar social. Nesse sentido, o texto modernista pode ser aplicado a atual sociedade, haja visto que o problema de mobilidade urbana brasielira configura-se como um obstáculo no caminho do cidadão. Portanto é de suma importância analisar como a falta de mobilidade atrapalha a vida dos cidadãos e os problemas ambientais gerados.

Primeiramente, pode-se afirmar que a impossibilidade de um fluxo rodoviário gerado pelo acumulo de veículos é uma das principais mazelas que afligem a população. Outrossim, o atraso gerado por congestionamentos causa diversos impactos na economia e no tempo livre, pois diversos trabalhadores são obrigados a fazerem horas extas por chegarem atarsados, assim diminuindo o tempo de lazer afetando o pisicológico do proletariado gerando descontentamento com as políticas públicas de trânsito.

Ademais, de acordo com Thomas Hobbes “O homem é o lobo do homem”. Assim sendo, os problemas ambientas e de saúde gerados pelo acúmulo de CO2 produzidos por automóveis, em síntese é culpa dos seres humanos que juntamente ao governo negligenciam os impactos do acumulo de meios de transporte em um mesmo local. Além disso, com a crise do covid agravou-se ainda mais as mazelas por doenças respiratórias, que se beneficiaram pela poluição.

Portanto, medidas tendem a serem tomadas. Cabe ao governo, " órgão que dita as normas do fluxo rodoviário", criar projetos de leis que viablizem o tráfego em cidades com problemas de mobilidade punindo quem infringir as leis propostas. A partir dos fatos citados e dos problemas de saúde e ambientais causados, conclui-se que a postura do estado deve mudar, afim de proporcionar condições justas que beneficiem não só a populção como o planeta, que é fortemente prejudicado pela incidência de poluentes.