A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 10/05/2021

Desde a primeira década do século XX, com oo movimento industrial denominado fordismo, o consumo de veículos automotores teve grande incentivo por parte governamental, reforçou a economia e engajar a indústria. No entanto, esse consumo exarcebado gerou, na atualidade, a crise crescente na mobilidade urbana brasileira, com ela originou-se vertentes problemáticas como a mobilidade urbana degradada e a devastação ambiental. Ademais, com uma falta de preocupação no período presente, ocorrerá grandes deteriorizações nas sociedades futuras, comprometido toda a sua estrutura.

De acordo com o sociólogo Zygmunt Bauman, em sua obra “modernidade líquida”, duas das principais características da contemporaneidade são o individualismo e o imediatismo. Relacionando-se a essa linha de raciocínio, torna-se simples compreender como a mídia influencia na grande, a procura para a aquisição de automóveis ao intensificar a ilusão de necessidade do mesmo. Em vista disso, no Brasil atual, há um veículo para cada quatro habitantes, o que representa um desafio constante para as prefeituras que expandem o espaço de estradas e ruas para viabilizar o tráfego.

Congruente a isso, com a alta demanda de automóveis em utilização, a devastação ambiental tornado-se decorrente, problemas como a alta concentração de gás carbônico e de outros gases nas vias urbanas é preocupante, pois a emissão dos mesmos é nociva ao ecossitema e a saúde , acentuando não somente o efeito estufa como também desencadeando diversas doenças respiratórias nos obrigatórios. Isso ocorre devido à queima excedente de fósseis fósseis, nos quais não possuem uma formação relacionada aos parâmetros citados pelo PROCONVE- Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores que foi criado pelo IBAMA em 1986. Além disso, fatores como a insegurança e o super lotação de passageiros, desvalorizam o uso do transporte público perante a maior parte da população,

Diante do exposto, torna-se notável a necessidade de argumentar sobre a crise crescente na mobilidade urbana, como é necessário a discussão sobre o tema. Buscando a melhoria sobre a situação presente cabe ao poder público, em junção ao Ministério do Meio Ambiente melhorias articulares na infraestrutura dos centros urbanos, como o estimulo para a construção de ciclovias, ampliação de estradas e a realização de pesquisas acadêmicas, com o objetivo de desenvolver as especificações para uma produção de modelos de construção de mitigar a emissão de gases poluentes. Somado a isso, a Associação Nacional de Transporte Público precisa, entre outras medidas, aumentar a sua frota de veículos a fim de atender a demanda progressiva de passageiros e também. Com isso, a problemática será extinguida e a sociedade viverá em harmonia.