A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 28/07/2021
O Governo de JK(Juscelino Kubitschek), foi marcado pelo “Plano de Metas”, cujo lema era 50 anos em 5, nesse período dentre as inúmeras benfeitorias, surgiu o incentivo da malha rodoviária no Brasil que abrangeu significamente o aumento de automóveis e motocicletas nas ruas e rodovias do País. Contudo, a falta de preparo das cidades para o crescente número de automóveis afetou diretamente a mobilidade do cidadão, o que provocou o aumento de engarrafamentos, principalmente, nos grandes centros urbanos. Além disso, essa questão contribui negativamente com a saúde dos brasileiros, pois há o aumento dos níveis de estresse e ansiedade.
Em primeiro plano, evidencia-se, por parte do Estado, a ausência de políticas públicas suficientemente eficazes que moldem uma nova forma de locomoção que minimize as consequências do incentivo ao transporte rodoviário. Porém, com o aumento de ciclovias, os ciclistas passaram a utilizar a bicicleta como forma de transporte, mas, de acordo com a revista “Exame” o número de pessoas favoráveis ao seu uso decaiu, sobretudo pela falta consciência de muitos motoristas que invadem o espaço do ciclista e em alguns casos provocam até acidente, mostrando, assim, a insegurança das ciclovias.
Outrossim, o problema está longe de ser solucionado. Apesar da dificuldade para locomoção nos centros urbanos, uma massa de pessoas prefere o conforto do carro. Contudo, o transporte público, mais econômico e menos poluente, é sem dúvida a grande solução para desafogar a mobilidade urbana. Por conseguinte, no Brasil, infelizmente esse tipo de locomoção se encontra em situação precária, o que leva a população a optar por um transporte individualizado. Além disso, as horas gastas com deslocamento provocam estresse e aumento de ansiedade.
É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para mudar tal cenário preocupante. Por isso, o Ministério do Transporte deve tornar mais efetivo o uso de programas como BRT( sistema de ônibus de trânsito rápido) ou VLT( veículo leve sobre trilhos). A longo prazo, cabe aos Estados e Municípios fazerem uma parceria com o Governo Federal com o intuito de investir numa dinamização do sistema de transportes, garantindo ônibus e metrôs com conforto e qualidade. Ademais, cabe a mídia ceder um espaço de conscientização a população sobre o uso de transportes alternativos e limpos como as bicicletas. Ao mesmo tempo, empresas privadas devem incentivar por meio de “Bônus nos salários” aos funcionários que aderirem os modais alternativos.
a Constituição Federal de 1988, todo cidadão tem direito de ir e vir, assegurado pelo Estado
Transporte Coletivo-Sucateamento, Risco de assaltos
Péssimas Ciclovias-Má segurança
Plano de Metas - JK - 50 anos em 5 Intro
Extresse, Ansiedade, engarrafamentos Tese
Construção de Ciclovias, Faixas de ônibus Conclusão
Poluição Térmica ou Ambiental
Uma alternativa para este problema são os meios de transporte público, mas muitos optam por utilizar o seu próprio carro, mesmo sabendo que vão ficar horas presos no transito, por causa da má qualidade deste serviço no Brasil. É muito comum se deparar com ônibus e o metro superlotados, e também tem a questão da falta de segurança nestes meios de transporte, já que essa superlotação facilita a ação de criminosos. As ciclo faixas tem se tornado cada vez mais populares em grandes centros como uma forma de contornar este problema, mas infelizmente ainda está longe de se tornar uma alternativa viável, isso porque elas ainda cobrem uma porção muito pequena das cidades.