A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 05/08/2021
Nas últimas décadas, as cidades brasileiras cresceram absurdamente, por motivos do rápido desenvolvimento industrial associado ao exôdo rural, com a migração de novas pessoas para a cidade, situações como aumento de veículos nas ruas e inchaço populacional se tornaram grandes problemáticas. Nesse sentido, no que tange a crescente crise na mobilidade urbana brasileira, questões voltadas a falta de infraestrutura e prejudicação da saúde pública devem ser postas em vigor, a fim de serem devidamente compreendidas e combatidas.
O programa “50 anos em 5”, do governo do ex presidente Juscelino Kubitscheck, tinha um alto investimento em construções e reformas de rodovias, influenciando e incentivando o uso de automóveis, afetando outros modos de transporte. Dessa forma, mais pessoas passaram a possuir seu carro próprio, gerando maiores problemas prejudiciais à saúde, como, poluição do ar e sonora.
Além disso, planejamentos urbanos e evoluções dos meios de transporte não acompanharam o crescimento das cidades, gerando diversos problemas por falta de infraestrutura, como, engarrafamentos e trânsito lento.
Assim, faz-se necessária a atuação da Secretária Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos, em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos, na reestruturação das cidades, acerca da necessidade do conteúdo exposto. Isso deve ocorrer por meio de propagandas, que, ao serem ministradas pela cidade, orientem os brasileiros no sentido de diversificarem o uso dos meios de transporte, como o uso de bicicletas, possibilitando a construção de uma cidade sustentável. Além disso, cabe às entidades governamentais a implementação da integração entre os transportes públicos e a rotação das placas dos carros, auxiliando assim, na diminuição da poluição do ar e sonora. Dessa forma, será possível tornar a crise na mobilidade urbana mais flexível e democrática para a população brasileira.