A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 17/08/2021

Desde o início do intenso processo de urbanização, promovido pelo presidente Getúlio Vargas, o Brasil vem enfrentando dificuldades a cerca dessa problemática. Visto isso, é possível observar que a crescente crise na mobilidade urbana brasileira tem desafios a serem superados, que, por consequencia, afetam negativamente a sociedade contemporânea. Como exemplos dessas dificuldades, é necessário citar a agravação do aquecimento global e a negligência governamental com a questão.

Primeiramente, é importante ressaltar a ligação entre a crise mobiliaria e a intensificação do aquecimento global. Segundo o site “O Globo”, na cidade de São Paulo, mais de centenas de toneladas de moléculas de CO2 são despejados diariamente na atmosfera. Dessa forma, é visível que há a proporcionalidade entre a quantidade de carros e a poluição em cenários de crise locomotiva. Nessa lógica, é possível que aconteça as chamadas ilhas de calor, que consiste no aquecimento de uma cidade por conta do alto nível de CO2 concentrado naquele local. Isso se deve, em sua maioria, à ausência de medidas para melhorar o deslocamento das cidades e, consequentemente, diminuir a propagação de moléculas de gás carbônico na atmosfera. Dessa forma, o aquecimento mundial tem relação com a crise na mobilidade urbana.

Além disso, a negligência governamental agrava a questão de dificuldade na mobilidade nas cidades. De acordo com o site “Folha de São Paulo” o trânsito brasileiro é uns dos principais fatores do atraso horário de diversos indivíduos. Dessa maneira, é possível assimilar que, sem a devida intervenção do governo ao cenário urbano, há o atraso na economia, pois as pessoas perdem, na maioria das vezes, tempo e dinheiro por conta dessa demora locomotiva. A causa disso, na maioria dos acontecimentos, é a falta de investimento público na questão da mobilidade da nação. Desse modo, a crise na flexibilidade urbana está ligada a negligência governamental.

Portanto, são necessárias medidas para impedir a crescente crise na mobilidade urbana brasileira. O Ministério do Meio Ambiente – órgão responsável pela questão ambientalista no Brasil – deve, por meio de medidas legislativas, promover a diminuição de CO2 na atmosfera com leis de diminuição de carros nas cidades brasileiras, com objetivo de melhorar a locomoção e a atmosfera. Ademais, cabe ao Governo Municipal melhorar, por meio de financiamento, as ruas e avenidas no sistema urbano, com objeto de aumentar e não superlotar os municípios da nação. Por fim, com as medidas em vigor, é esperado uma diminuição na crescente crise na mobilidade urbana brasileira.