A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 17/09/2021

Segundo Karl Marx, a “desvalorização do mundo humano aumenta proporcionalmente com a valorização do mundo das coisas”. Tal qual no Brasil atual, onde prioriza-se o automóvel e não o cidadão. Visto que há incentivos governamentais juntamente com processos históricos.

Decerto o carro foi uma inovação, porém com a Revolução Industrial e o modelo fordista, este tornou-se um transporte prioritário. Principalmente no Brasil, qual obteve uma urbanização acelerada e mal palnejada. Consoante dados do IBGE (Instituto Brasleiro de Geografia e Estatística) cerca de 1 a cada 4 pessoas possui um carro.

Porém para a população, os melhores meios de transporte são o ônibus e metrôs, pois levam uma grande quantidade de pessoas em apenas um local, facilitando a locomoção. Entretanto, as más condições destes, como precaridade, demora e risco de acidente desanimam a camada menos assistida, que depende destes meios. Logo, viola o artigo 5° da Constituição Federal de 1988, que garante a liberdade de ir e vir.

Portanto, garantir esse direito à sociedade é necessário. Para isso, é dever do Ministério do Transporte formular uma lei, que prevê a Carteira Transporte, na qual o cidadão deposita créditos que duram meses, no entanto, todo dinheiro arrecadado deve reverter em investimento no trasporte público. A fim de melhorar a qualidade de vida de todos.