A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 01/11/2021

Henry Ford foi um importante empresário americano, que inovou a linha de montagem e produção de automóveis no começo do século XX, cujo resultado aumentou a expansão dos carros nos Estados Unidos. Analogamente ao Brasil, tal cenário de mobilidade urbana, se encontra em uma crise crescente, ao analisar a precariedade da infraestrutura de locomoção e a poluição como consequência da mobilidade insustentável.

A princípio, é válido afirmar a posição de uma infraestrutura de qualidade para a locomoção urbana. No Governo de Juscelino Kubitschek, ocorreu um alto investimento na indústria automobilista, resultando na construção de rodovias e ruas mais aptas a esses tipos de transportes produzidos. No contexto atual, percebe-se as dificuldades na mobilidade brasileira, visto que os grandes trânsitos nas cidades, são consequências de um planejamento voltado apenas para transportes pesados e como efeito, a uma dificuldade na mobilidade de veiculos mais leves. Logo, a efetivação do investimento se torna insuficiente no cenário abordado.

Além disso, os impactos ambientais são presentes na crise postulada. Para o ex-fundador do Greenpeace Paul Watson - ’’ A inteligência das espécies é uma habilidade para viver em harmonia com o Meio ambiente ‘’. Em virtude disso, analisa-se as vantagens de uma alternativa ecológica para combater a poluição atmosférica da mobilidade urbana, dado que sem sua aplicação, o CO2 (dióxido de carbono) atua como um gás causador do fenômeno: ilhas de calor, deixando as cidades mais quentes devido ao crescimento da mobilidade não sustentável, e a falta de acessibilidade para transportes mais limpos como a ausência das ciclovias para as bicicletas.

Portanto, é necessário amenizar os impasses apresentados. O Ministério de transportes deve ampliar a estruturação das vias, por meio da duplicação de vias para ciclistas, motocicletas e pedestres, com o intuito de propor uma circulação planejada, ademais, o mesmo agente precisa investir na fixação de árvores nas avenidas principais, com a finalidade de promover a redução do CO2, e garantir uma mobilidade limpa nas cidades.