A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 07/11/2021
Na medida que a população aumenta, os fatores positivos e negativos também evoluem gradativamente. É evidente que, a crescente crise da mobilidade urbana brasileira se dá pelo fato de uma má organização estrutural por parte dos governos e, a alta concentração de pessoas nas cidades.
Diante desse cenário, vale salientar que a má organização estrutural governamental, ocorre pela falta de infraestutura adequada, que gera as crescentes crises no país. Além disso, a qualidade dos transportes públicos é baixa e, a lotação dos ônibus só aumentam. Sem contar que, em determinados horários do dia - horário de pico - o trânsito é absurdo - evidência da jornada de trabalho da população - sendo assim, gera diversos fatores negativos, sendo eles: população - atrasos, estresse, ansiedade; ambiental - poluição e ilhas de calor - e governamental - através de prejuízos econômicos e sociais.
Observa-se, além do mais, a alta concentração da população como uma problemática irremediável. Pode-se notar o alto fluxo de pessoas, indo e vindo a todo instante, causando trânsitos nas cidades. O documentário “125 km”, evidência o auge de um engarrafamento na cidade de São Paulo, e seus atores - motoristas de ônibus, usuários do transporte público e motoristas de automóveis particular - que sofrem as consequências.
A fim de combater a crescente crise da mobilidade urbana no Brasil, é imprescindível que sejam feitas melhorias no transporte público, estabelecendo uma parceria entre governo federal, estadual, municipal e empresas, visando em ampliar as linhas de ônibus e metrô. Outrossim, a mídia deve estimular a população em praticar soluções modernas de mobilidade urbana sustentável, como por exemplo, através da livre circulação de bicicletas - já que há ciclofaixas espalhadas pelas cidades do país. Adotando essas medidas, os índices da mobilidade urbana abaixará, e não será mais uma crise crescente.