A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 31/03/2022

Atualmente, a crescente crise na mobilidade hurbana brasileira impacta negativamente o dia a dia dos seus usuários. Como consequência, gera grandes porblemas quanto à perda da qualidade de vida em seus deslocamentos e prejuizo ambiental, o qual impacta toda a sociedade direta ou indiretamente envolvida no problema.

Primeiramente cabe destacar a cultura do transporte individual incentivada pelo governo JK, através do seu plano de industrialização e que é, até hoje, utilizada como recurso nas propagandas de automóveis como alternativa ao transporte publico ineficiênte. Aliado a essa idéia, surge um dos grandes problemas relacionados à mobilidade: a densa ocupação de veículos, cuja causa grandes congestionamentos e faz com que as pessoas passem grande parte do seu tempo no deslocamento para suas casas ou seus trabalhos, leva as pessoas a níveis maiores de estresse e possíveis desarmonias pessoais no trânsito.

Ademais, como a maioria dos automóveis são movidos por combustíveis fósseis, a poluição do ar se torna inevitável. Esse fator afeta diretamente a saúde das pessoas, principalmente aquelas com problemas respiratórios, e o meio ambiente, uma vez que os referidos combustíveis não são de fontes sustentáveis. Portanto, isso demostra necessária a sua substituição para o equilíbrio do problema.

Dessa forma, o estado deve garantir o direito à cidade com politicas voltadas ao transporte de qualidade através de veículos coletivos, movidos a energia elétrica ou aos biocombustíveis, em vias expressas que transportem os usuários com conforto, baixo custo e rapidez, não fazendo mais sentido o transporte individual, ao menos que seja via ciclismo, modalidade a qual não emite poluentes no ar, sendo benéfica à saúde do seu condutor e com impactos positivos na diminuição do fluxo de veículos.